A Prefeitura de Rio Verde por meio da Secretaria de Saúde e do Núcleo de Vigilância Epidemiológica informa que a vacinação contra a influenza H1N1 dos grupos prioritários em Rio Verde alcançou a cobertura esperada pelo Ministério da Saúde.
A meta era imunizar 80% do público.
A meta era imunizar 80% do público.
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GRUPOS PRIORITÁRIOS
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GESTANTES
100%
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POPULAÇÃO COM DOENÇAS CRÔNICAS (DIABETES, DOENÇAS CARDÍACAS, RESPIRATÓRIAS, HEPÁTICAS, RENAIS E HEMATOLÓGICAS, IMUNODEPRESSÃO E GRANDE OBESIDADE - GRAU III) - PREFERENCIALMENTE TER EM MÃOS DOCUMENTO (LAUDO MÉDICO OU RECEITA MÉDICA)
86%
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CRIANÇAS DE 6 MESES À MENORES DE 02 ANOS
147%
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POPULAÇÃO DE 20 A 29 ANOS
130%
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POPULAÇÃO MAIOR DE 60 ANOS COM COMORBIDADE
145%
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POPULAÇÃO DE 30 A 39 ANOS
82%
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CRIANÇAS DE 02 ANOS A MENORES DE 04 ANOS (1ª MEIA DOSE)
87%
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Vírus continua circulando no mundo, mas com comportamento similar ao da gripe comum. Conforme orientação, Ministério da Saúde manterá ações de monitoramento e prevenção.
Conforme o Ministério da Saúde divulgou nesta terça-feira (10), a Organização Mundial da Saúde (OMS) anunciou o início da fase pós-pandêmica da gripe H1N1. Isso significa que o vírus continua circulando no mundo, mas junto com outros vírus sazonais (da gripe comum) e em intensidade diferente entre os países. Alguns deles, como Índia e Nova Zelândia, ainda têm apresentado epidemia pela gripe H1N1. De acordo com a OMS, o monitoramento epidemiológico mostrou que o vírus H1N1 não sofreu mutação para formas mais letais, a resistência ao antiviral fosfato de oseltamivir não se desenvolveu de forma importante e a vacina se mostrou uma medida eficaz para proteger a população.
Essas evidências contribuíram para a decisão de mudar o nível de alerta para fase pós-pandêmica. No entanto, a OMS alerta que, mesmo com a mudança de nível, o monitoramento e as ações preventivas devem continuar, especialmente em relação aos grupos mais vulneráveis para desenvolver formas graves da doença, como gestantes, portadores de doenças crônicas e crianças menores de dois anos. "A vigilância contínua é extremamente importante", orientou a diretora-geral da OMS, Margareth Chan, que ressaltou a importância da vacinação no enfrentamento da pandemia.
GRIPE NO BRASIL – A análise dos indicadores qualitativos informados à Organização Mundial da Saúde revela, além da queda de demanda por atendimento médico, que o Brasil apresenta, atualmente, uma intensidade baixa a moderada na proporção de pessoas com doenças respiratórias agudas.
De 1º de janeiro a 31 de julho deste ano, foram confirmados 753 casos de pessoas com influenza pandêmica que precisaram de internação e 95 mortes. Em 2010, vem sendo observada intensa redução no número de casos graves e mortes pela doença desde março. A gripe H1N1 vem se mantendo em baixa atividade mesmo nos meses de julho e agosto, nos quais ocorre, todos os anos, aumento no número de casos de influenza e pneumonias associadas.
Essas informações mostram a efetividade da vacinação no controle da doença. No entanto, seguindo orientações da OMS, o Ministério da Saúde manterá, junto com os estados e os municípios, o monitoramento da gripe H1N1. Em 2009, foram 46.100 casos graves e 2.051 óbitos.
PREVENÇÃO – Com o país ainda no inverno, a população deve ficar atenta, pois é nessa época do ano que costumam aumentar os casos de doenças respiratórias transmissíveis, como gripes e resfriados. A queda de temperatura, o ar mais seco e a maior concentração de pessoas em ambientes fechados favorecem a circulação dos diversos tipos de vírus respiratórios, como os vírus influenza, que causam gripe.
No Brasil, o aumento de casos de gripe geralmente ocorre entre maio e outubro. Porém, esse período varia de acordo com a região. Por exemplo, enquanto no Norte a tendência de crescimento se inicia em janeiro, no Sul e Sudeste, que têm invernos mais rigorosos, os casos se concentram de junho a agosto.
Portanto, a população deve continuar com os hábitos de higiene (como lavar as mãos frequentemente e usar lenços descartáveis ao tossir e espirrar) e ter atenção especial com crianças, gestantes, portadores de algumas doenças crônicas e idosos. Ao surgirem sinais de gripe ou resfriado, como febre, tosse, dor de cabeça e nas articulações, as pessoas não devem tomar remédios por conta própria (pois eles podem mascarar sintomas e dificultar o diagnóstico) e devem procurar o serviço de saúde mais próximo.
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